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23/11/2010

Vida e Amor

A grande arte da Vida é :

Acordar depois de um Sonho,
levantar depois de um Tombo,
sorrir depois de uma Decepção
e nunca Desanimar .
É olhar pra Frente
com a esperança de Vencer Sempre!

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O amor genuíno freqüentemente é demonstrado de uma maneira serena e silenciosa. Muito barulho, exibicionismo e comportamento arrogante são sempre sinais de fraqueza e insegurança. O ato de se vangloriar, e a constante necessidade de contar vantagem exigem muito pouco esforço ou real conteúdo.

O verdadeiro amor é bondoso, paciente, condescendente, compreensivo, persistente e frutífero. Qualquer covarde pode ser cruel ao exibir sua crueldade de espírito. Em contraste, para demonstrar tolerância, autocontrole, gentileza e polidez é essencial a força do amor e da confiança. É muito fácil reclamar, mas é necessário a força do amor para implementar os passos positivos que darão resolução ao problema.

A força do amor não está naqueles que afirmam que a têm, e sim naqueles que a vivem. A fonte do amor genuíno só pode ser encontrada em Jesus, que afirmou: "Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos" Você só poderá encontrar a evidência do verdadeiro amor mediante resultados, jamais em reivindicações vazias.

O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba. 1 Coríntios 13:4-8

14/07/2009

A Alma dos Diferentes

A Alma dos Diferentes
(Artur da Távola)

"... Ah, o diferente, esse ser especial!
Diferente não é quem pretenda ser. Esse é um imitador do que ainda não foi imitado, nunca um ser diferente.

Diferente é quem foi dotado de alguns mais e de alguns menos em hora, momento e lugar errados para os outros. Que riem de inveja de não serem assim. E de medo de não agüentar, caso um dia venham, a ser. O diferente é um ser sempre mais próximo da perfeição.

O diferente nunca é um chato. Mas é sempre confundido por pessoas menos sensíveis e avisadas. Supondo encontrar um chato onde está um diferente, talentos são rechaçados; vitórias, adiadas; esperanças, mortas. Um diferente medroso, este sim, acaba transformando-se num chato. Chato é um diferente que não vingou.
Os diferentes muito inteligentes percebem porque os outros não os entendem. Os diferentes raivosos acabam tendo razão sozinhos, contra o mundo inteiro. Diferente que se preza entende o porque de quem o agride. Se o diferente se mediocrizar, mergulhará no complexo de inferioridade.

O diferente paga sempre o preço de estar - mesmo sem querer - alterando algo, ameaçando rebanhos, carneiros e pastores. O diferente suporta e digere a ira do irremediavelmente igual: a inveja do comum; o ódio do mediano. O verdadeiro diferente sabe que nunca tem razão, mas que está sempre certo.

O diferente começa a sofrer cedo, já no primário, onde os demais de mãos dadas, e até mesmo alguns adultos por omissão, se unem para transformar o que é peculiaridade e potencial em aleijão e caricatura. O que é percepção aguçada em : "Puxa, fulano, como você é complicado". O que é o embrião de um
estilo próprio em : "Você não está vendo como todo mundo faz? "
O diferente carrega desde cedo apelidos e marcações os quais acaba incorporando. Só os diferentes mais fortes do que o mundo se transformaram ( e se transformam) nos seus grandes modificadores.

Diferente é o que vê mais longe do que o consenso. O que sente antes mesmo dos demais começarem a perceber. Diferente é o que se emociona enquanto todos em torno agridem e gargalham. É o que engorda mais um pouco; chora onde outros xingam; estuda onde outros burram. Quer onde outros cansam.
Espera de onde já não vem. Sonha entre realistas. Concretiza entre sonhadores. Fala de leite em reunião de bêbados. Cria onde o hábito rotiniza. Sofre onde os outros ganham.

Diferente é o que fica doendo onde a alegria impera. Aceita empregos que ninguém supõe. Perde horas em coisas que só ele sabe importantes. Engorda onde não deve. Diz sempre na hora de calar. Cala nas horas erradas. Não desiste de lutar pela harmonia. Fala de amor no meio da guerra. Deixa o adversário fazer o gol, porque gosta mais de jogar do que de ganhar. Ele aprendeu a superar riso, deboche, escárnio, e consciência dolorosa de que a média é má porque é igual.

Os diferentes aí estão: enfermos, paralíticos, machucados, engordados, magros demais, inteligentes em excesso, bons demais para aquele cargo, excepcionais, narigudos, barrigudos, joelhudos, de pé grande, de roupas erradas, cheios de espinhas, de malícia ou de baba. Aí estão, doendo e doendo, mas procurando ser, conseguindo ser, sendo muito mais.

A alma dos diferentes é feita de uma luz além. Sua estrela tem moradas deslumbrantes que eles guardam para os pouco capazes de os sentir entender.

Nessas moradas estão tesouros da ternura humana. De que só os diferentes são capazes. Não mexa com o amor de um diferente. A menos que você seja suficientemente forte para suporta-lo depois."

01/06/2009

Desapego

Desapego

Aquilo pelo qual tenho apego gera cobiça e ciúmes nos outros.
Mas como evitar esse tipo de conflito?
Desenvolvendo a consciência de ser apenas um tutor.
As coisas não me pertencem - eu simplesmente cuido delas com amor e responsabilidade.
Posses, talentos e bons relacionamentos são frutos das minhas boas ações, mas não preciso ficar agarrado a eles.
Desapegado não significa ser descuidado ou desligado.
Desapegado é ser capaz de manter o amor e o carinho pelas coisas a ponto de fazê-las prosperar.


Ken O'Donnell

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