29/10/2010

02 de novembro - Comemoração de todos os fiéis defuntos


“Por meio da comemoração de hoje, a Igreja nos ensina um profundo ato de caridade: rezar pelos nossos irmãos já falecidos.
A Igreja não deixa que eles caiam no esquecimento, e nos convida a rezar por eles. Primeiro porque sabe que as almas desses irmãos continuam a existir e segundo porque essas almas podem estar no purgatório, e por isso, exigem que se reze por elas.
Rezemos hoje então pelos nossos irmãos falecidos, lembrados de que a Igreja concede indulgência plenária, em benefício do fiel falecido,
a toda pessoa que visitar o cemitério ou assistir uma missa, se confessar, comungar e rezar pelo Sumo Pontífice”.
Pe. D. Justino Silva de Souza, OSB
(Fonte – boletim da CNBB)
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“A promessa de Deus não consiste em outras encarnações, mas em ressurreição, em realização total das capacidades que Deus colocou na natureza humana. Ressurreição não significa reanimação do corpo – Paulo o diz claramente em 1Cor 15,36-37.42-43.50. Não é um retorno à vida anterior, mas a transformação da vida, a entrada em uma nova dimensão.
A esperança cristã não é uma fuga do espaço e tempo da existência histórica, mas um fim a ser construído e alcansado, em união com Deus, com a natureza e com todos os seres humanos”.
(Danilo Mondoni, SJ - Apostolado da Oração)
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“A Instituição de um dia especial no ano para lembrar espiritualmente os finados deve-se a uma iniciativa tomada pelos monges beneditinos por volta do ano 1.000. O abade Santo Odilão, superior do Mosteiro de Cluny, na França, deu ordem para que em todos os conventos, filiados a essa Ordem, se celebrasse um ofício pelos defuntos, na tarde de 1 de novembro. Essa comemoração foi adotada pela autoridade da Igreja, de tal modo que aos poucos se tornou Universal a dedicação do 2 de novembro à memória dos irmãos falecidos.

O dia de finados não é dia de tristeza, como o é para aqueles que não têm fé, mas é um dia de saudosa recordação, confortada pela fé...”
(Maiko Cezar Paulino)
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“Mas a saudade, para quem crê, é irmã gêmea da esperança. Juntas, abraçadas, caminham na vida e na morte. Pobre de quem chega ao fim da vida e não sente saudade de nada, de ninguém. É alguém que passou pela vida, mas não viveu. E quem não sente saudade também não tem esperança. A saudade de quem parte, até mesmo nas muitas e cotidianas despedidas da vida, já traz a esperança do reencontro. Assim é um pouco a despedida definitiva desta vida: diante do túmulo de quem partiu, a saudade é sinal, prenúncio e esperança de um reencontro feliz, um dia, na Casa do Pai. Contemplando o rosto sereno de mamãe, na paz de quem cumpriu plenamente sua missão na vida, compreendi que, na morte de quem parte, a saudade de quem fica alimenta a esperança de uma vida sem morte nem dor...
Attílio I. Hartmann, SJ
Fonte: Triunfo do Coração de Jesus - N.º 11 + + +

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